O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou nesta sexta-feira (19) que está muito feliz em ver que o projeto do VLT saiu do papel se tornou realidade. Em entrevista à Rádio Sociedade da Bahia, o chefe do Palácio de Ondina destacou a importância de seus antecessores para a concretização deste projeto.
“Aqui ao lado de dois amigos, Wagner e Rui. Quero falar aqui da alegria minha de hoje poder fazer parte de um projeto desse. Nós fizemos o metrô 40 quilômetros, dá para comparar com isso. Como diferencial, hoje ninguém mais tem dúvida, naquele tempo ainda duvidaram que o Wagner iria fazer funcionar o metrô. Mas a gente manteve firme, naquele momento tantos projetos foram postos em xeque, que não vai acontecer. Mas a gente não trabalha com essas respostas de imediato, a gente faz o nosso papel”, declarou.
O chefe do Executivo baiano aproveitou a ocasião para destacar a importância de ter uma boa relação com o governo federal e uma boa articulação com deputados estaduais e federais e que possam ajudar com a administração do Estado.
“Hoje tenho a felicidade de governar, coisa que nenhum dos dois aqui teve no momento tão bom com o presidente Lula. O Wagner teve dificuldades, o Rui nem governou, o Rui governou dois anos com o presidente amigo da Bahia. Um presidente amigo. O Rui não teve um presidente que gostava da Bahia, nem do Nordeste. Hoje eu tenho uma bancada de deputados federais, estaduais, de prefeitos, que eu estou na verdade colhendo frutos”, continuou.
O governador ainda afirmou que gostaria de ver o VLT em funcionamento já no começo de 2026, mas destacou a exigência técnica que exige um tempo maior.
“Na verdade, eu gostaria que a gente pudesse ver esse trem rodando agora em fevereiro ou maço, mas a exigência técnica exige cinco meses de testes e isso aqui é uma luta muito significativa, a presença e a mão do TCU. Foi o TCU, então é de aqui, Rui, nós estamos tranquilos porque nós não inventamos nada. O TCU coordenou a negociação das compras desse trem, a oposição fica dizendo da qualidade, do tempo, não tem nada disso, eu fui lá, eu fui em São Paulo, e vi a responsabilidade, hoje estão aqui os proprietários da empresa, quiseram vir da Espanha para poder ver com a gente esse primeiro teste, e vi o que significa quando a gente faz igual”, concluiu.



