Rádio Peão: Tiro no pé

TUM

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Juca Aleixo retorna em mais uma sexta-feira com sua pena de ganso para provar que na política baiana sempre é possível piorar o que já está ruim, basta querer.

Tiro no pé

O secretário de Agricultura deu uma verdadeira aula de como transformar um probleminha em um problemão. Em meio à ofensiva da Oposição após o cancelamento da feira do agro, o político manteve o silêncio; após o governador entrar no circuito para acalmar a até prometer dá um jeito de realizar o festival, o cidadão vai para mídia culpar a Sefaz pelo cancelamento. É tiro no pé.

Reação

Além do secretário da Fazenda, que obviamente ficou indignado ao receber a pecha de incompetente por parte do seu colega de Governo e foi tirar satisfação, o próprio governador não gostou nada de Tum ter se manifestado após ele acalmar o ambiente. O clima de indignação no governo foi tanto que tinha gente pedindo a imediata demissão. Ocorre que como tem uma reforma administrativa logo ali e para não passar o recibo de governo ditatorial, o quieta acomoda aconteceu. Mas já há gente na cúpula do governo que o conta como carta fora do baralho, mas a ser sacada em seu devido tempo.

Jeitinho

E pelo que se comenta, a incompetência da perda do prazo foi da própria secretária de Agricultura. Especula-se que diante do cenário de esgotamento do tempo hábil para Sefaz dar o aval do milhão a ser aplicado na Feira, a própria pasta apresentou soluções pouco republicanas, entre elas a da dispensa para o emprego da quantia vultosa. Diante da possibilidade de uma responsabilidade civil e criminal pela autorização de tão gorda quantia sem os trâmites legais, o secretário de Fazenda vetou todas hipótese.

Paletó preparado

Comenta-se nos bastidores do poder de que o caminho natural é que o ex-deputado Pablo Barroso assuma o lugar de Tum na Seagri. Homem de confiança de Carletto, a avaliação é de que Pablo pode, no cargo de secretário, pavimentar as bases do crescimento do partido tanto para 2024 como para 2026, coisa que o atual secretário tem contribuído pouco.

Bolsopetismo?

O recente movimento de filiação, no PT, de prefeitos que na campanha de 2022 miraram tanto o Professor como o Amigo, deixou alguns petistas estarrecidos. Quem investigou a fundo o movimento garante que o movimento busca pavimentar a candidatura de um certo chefe de gabinete da Câmara Alta, para Câmara dos Deputados em 2026. A ideia é que o rapaz faça campanha dobrando com o chefe-padrinho.

Negócio da China

Corre nos bastidores a notícia de que o federal do PCdoB ficou retado ao saber do avanço da candidatura do estadual para vaga que abrirá no TCM. Enquanto o cara estava na China, Falcão, como a ave a qual leva o nome, amarrou com a federação um acordo para atuar de forma incisiva em Conquista e outros municípios de interesse deles no ano que vem, incluindo o repasse de importantes bases, mediante sua premiação via indicação ao tribunal de contas ainda neste ano. Ele também tem avançado no apoio entre os pares, que segundo consta, até o momento, após o movimento da primeira-dama, não aceitará um nome estranho ao quadro ser indicado para o TCM.

Ruído

Dizem que o Galego ficou desapontado após o líder ou gente do seu entorno vazar o acordo para ele ser o candidato em 2024. O evento do PT seria à apoteose da indicação. Após vazar a estratégia no início na semana, a ‘festa’ foi cancelada, mas segundo fontes vermelhas, a visão do senador continua a mesma, entregar Salvador para os gordinhos se divertirem na campanha enquanto garante importantes vitórias para o PT em vários grandes colégios eleitorais da Bahia.

Campanha modesta  

Ventila-se que, em 2024, o líder não ganhará o suporte do padrinho de 2020. O super S já comunicou que estará fora do país e a filha, que não vai aplicar mais que o valor protocolar, para não deixar parecer que investiu mais em um lado do que em outro. Sem a possibilidade de ‘lanchiata’ como teve em 2020, e sem ter como adquirir apoios de importantes lideranças de Salvador, que costumam trabalhar com pagamento antecipado, muita gente especula que o líder só terá força eleitoral se radicalizar. A radicalização é uma faca de dois gumes que poderá ter efeito nos negócios por longos anos.  

Vice dos sonhos

Comenta-se que pela sua afinidade com o militarismo, o líder já cogita, caso o plano para ter na vice a mulher do federal do MST não dê certo, contar com a Major Denice na função. Candidata em 2020, a Major traria de quebra o apoio do PT e conseguiria avançar em núcleo de fatias mais conservadoras do eleitorado e principalmente feminina. Dizem que a moça é a vice dos sonhos para o líder, que tem um apreço especial pela turma da segurança pública.

Oposição de fachada

A ausência da assinatura do Genro de Nilo nos pedidos de CPI da Oposição e seu ‘Jerônismo declarado’ está deixando a turma da Oposição incomodada. Um desses indignados com a posição pró-governo do parlamentar do bloco de Oposição tem alertado que seu comportamento terá reflexos na candidatura do Padrinho ao TCM.

Risco do tampão

Especula-se que um dos motivos do Amigo de Neto não estar fazendo carga para obter a vice em 2024 seria a possibilidade de um mandato tampão em 2026. Comenta-se que o deputado federal mais votado em Salvador não aceita entrar com o risco de Bruno Reis sair, em 2026, e ter que assumir por dois anos podendo renovar por mais quatro. O cara não aceita nada menos que os 8 anos de gestão.

Paris baiana?

O declaração do prefeito de Remanso em uma rádio, cidade que fica na microrregião de Juazeiro e às margens do São Francisco, para explicar a falta de água nas torneiras, deixou os moradores revoltados. O gestor culpou o clima e o alto consumo de água pelos moradores pelas interrupções e desaparecimento do abastecimento por dias. Os moradores dizem que se ouvirem o prefeito, a cidade ficará conhecida como uma Paris da Bahia, onde o banho só será realizado três vezes na semana.

Aliança?

A foto do abraço cordial após conversas começou a ser vendida como a concretização de uma aliança entre postulantes à indicação de Colbert para sucessão em Feira. O problema é que ambos disseram que selarem o pacto em seu favor, ou seja, se tratou de só um mero abraço mesmo.

Quem são:

Líder: Geraldo Júnior

Professor: Jerônimo

Galego: Wagner

Amigo de Neto: Léo Prates

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