Às véspera da celebração da verdadeira independência Juca Aleixo retorna para defender toda independência dos políticos da Bahia, que acaba por gerar uma dependência uns dos outros
Palavra proibida
O clima ficou quente na Câmara após o comunista invocar em seu discurso a palavra proibida: lobby. A reação intempestiva do Mercador fala por si: “Vamos retirar essa fala, é melhor que vossa excelência se explicar”.
Receio
Dizem que o homônimo ficou receoso de assumir o cargo de secretário em Salvador, tendo que bater ponto na capital, deixando suas bases vulnerável aos sedutores que rondam o interior da Bahia. Nem a boa proposta fez o rapaz ter segurança do movimento.
Plano B
Com o não do parlamentar, a situação ficou delicada, mas há quem diga quem alguém poderá ceder para o agora ex-secretário virar deputado. Alguém que outrora foi sondada e não fechou por detalhes pode ser a salvação. O problema é que a moça anda em pé de guerra na Casa com um certo ex-prefeito da cidade. É esperar para ver se a lábia do ex-Prefeito convence.
Afago
Para quem andou espalhando que o rapaz já foi tarde e saiu brigado, a resposta veio sem medo de ciumeira: “melhor prefeito de Salvador”.
Fé no fiel
Os irmãos BR e Professor foram ao culto e ficaram um ao lado do outro. Pelo desconforto na hora do louvor, ficou claro que a turma não foi lá atrás do Fiel, mas dos fiéis que decidem os rumos no ano que vem. A porta ainda está aberta:
Sinal?
Cabos eleitorais do Cacique de Feira foram vítimas de assalto na porta da casa do homem, local outrora tido como um santuário respeitado até pela criminalidade. Tem gente usando isso para dizer que o melhor para o político é descansar pois são novos tempos em feira.
Castigo?
E por falar no Professor, além de ter rodado o interior no São João, ele ainda deu um castigo nos secretários obrigando a turma a bater ponto em Cachoeira no domingo. A orelha do gestor deve ter coçado, pois o que foi de queixa não está no gibi.
Show do milhão
Uma prestação de conta no porto do governo chamou atenção: R$1 milhão gasto durante uma inauguração de escola estadual. E o pior é que nas redes sociais deu para ver que o ato inaugural foi de arromba, com direito a influenciadores e tudo mais. Alguém vai ter que explicar para os órgãos de controle e bem esse gasto aí.
Quem vai pagar?
E por falar em gasto sem puder, há quem diga que a conta da Bahiatursa vai chegar e ficará cara para os participantes dos festejos. O movimento de sepultamento da empresa precisa ocorrer em quatros anos, se não acontecer o jogo virar há quem garanta que teremos uma nova Pierre Bourdie; será?
Zero
Dizem que a fala de Leãozinho em defesa do pagamento das emendas para Oposição irritou a turma do Governo. A avaliação é de que equilibrando o jogo não faria sentido ser base. A turma defende verba zero para Oposição e Leãozinho mais na dele.
Boato?
Dizem que o Rei de Campo Formoso pode ir parar no Partido Progressista em uma pactuação para assumir o comando do Legislativo nacional. O que dizem é que para assumir o comando da Casa o homem tá disposto a se filiar até no PT.
Auxílio Poupança
Com o fim da validade trimestral para verba indenizatória, a ALBA já se prepara para o excesso de gastos no fim do ano dos esquecidinhos. O benefício virou o auxílio poupança. É a política de retorno zero para os cofres públicos.
Na ativa
Dizem que o Forró do Barba serviu para alinhar os sentimentos em defesa da candidatura do mais velho em Camaçari. O duelo será um remake e servirá para mostrar se a força da máquina econômica mais potente fora da capital é ou não imbatível.
Frente única
Dizem que no Forró de Leão a busca pela unidade da Oposição deu o tom. Com a inelegibilidade da vereadora expoente, sobrou para turma repetir o nome de 2020. Com dinheiro no bolso e com a turma com sangue nos olhos, a eleição em Lauro de Freitas promete ser marcada por reviravoltas e muitas ‘traições’.
Quem são:
BR: Bruno Reis
Professor: Jerônimo
Rei de Campo Formoso: Elmar Nascimento
Mercador: Carlos Muniz



