Rádio Peão: Golpe à vista

ALBA

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Com pena nova e de banho de folha tomado, Juca Aleixo retorna mais uma sexta-feira (31) para contar os acasos da política baiana.

Golpe à vista

Parlamentares vermelhos já estão cientes de um movimento conspiratório que circula no núcleo de deputados estaduais do Centrão para por fim à reeleição na ALBA. Acabar com a reeleição é o primeiro passo da estratégia para emplacar um deputado estadual do grupo no comando da Casa. Dizem que um ex-mandatário é o mentor da ideia. O plano é ter apoio suficiente nos dois lados para vender para o governador, como sempre, que não vale a pena apoiar o petista. Dizem que na hora certa, o petista vai acabar com a festa.

Dondoca

Dizem que o clima no PT baiano é de conspiração. De um lado um movimento para disseminar candidatos da base aliada na busca de construir um clima favorável para um consenso em torno da candidatura da dondoca sem papas na língua, que deve aparecer como a salvadora. Dizem que a mulher tem fama de tratar o PT na rédea curta, ganhando apoiadores pela coragem, medo de retaliação do marido e muitos inimigos não declarados. Será que vai vingar?

Passado que condena

E não é que mesmo estando cheio de obrigações em Brasília o Correria decidiu apadrinhar uma candidatura para Salvador. Na busca por reverter a fama de dedo pobre para candidatura a prefeito da capital, ele quer colocar o mestre de obras como candidato a qualquer preço. Ocorre que o cara não é lá o mais indicado para um candidatura na cidade que tem 60% de público feminino, por conta de um episódio do passado denunciado pela sua mulher à época. O relato da senhorita é tão aterrador que muita gente do lado azul se animou com a hipótese dele ser o candidato vermelho e já está com o dossiê em mãos. Dizem que se couber todo o relato na propaganda eleitoral, o rapaz retira candidatura no mesmo dia, abrindo caminho para reeleição com 75% dos votos válidos. É Correia, foco em Brasília e Salvador deixa com o Professor.

A vez dos Riquinhos

O quebra pau para o controle dos partidos, que neste ano começou cedo, ocorre por um movimento de tomada do Paço Municipal por candidatos riquinhos. Os abastados, quer seja representantes de coronéis do interiro que apostaram na vitória do ex-Prefeito, que sejam ligados aos poder econômico de Salvador, principalmente do ramo imobiliário, estão sondando lideranças com força de se eleger para comprar votos. Há ao menos cinco membros dos riquinhos que já são dados como eleitos em 2024, por força do valor e das lideranças ‘já conquistadas’. Dizem que a turma só trabalha com a faixa dos R$ 100 mil a R$ 1 milhão, mas cargos no executivo e indicações no mandato. Concorrência alta!

Acalmar os ânimos

Há quem diga que, ao saber do quebra-pau no Solidariedade-PROS, BR e Leãozinho entraram em campo para acalmar os ânimos. O receio é que em uma dessa o partido acabe indo parar na mão do governo, onde já está o deputado que o conduz.

Ainda no páreo

Dizem que Leão está acompanhando com atenção o embate entre o Carletto e Mário Negromonte Júnior. Com o jovem deputado sem querer ceder um milímetro sequer e o ex-deputado amigo do Governo também não demonstrando interesse em se afastar do páreo, já há quem diga que se não tiver consenso, o consenso vai ser em torno Leão.

Precedente

Carballal vai usar o caso do então vereador Tiago Correia, ocorrido em 2015, quando o mesmo assumiu a presidência da Limpurb sem abrir mão do mandato, para quebrar o entrave da Lei das Estatais e se manter vereador. Dizem que a ida do parlamentar para o governo é parte de um acordo mais amplo que prevê amarração da Câmara ao estado. Dizem que sem Carballal, o cordal umbilical já fragilizado seria rompido e um acordo público firmado entre Executivo e Legislativo, acordo este apalavrado nas sombras.

Que é isso, companheiro?!

Corre a notícia no mitiê da Câmara Municipal de Salvador a informação de que o Geraldo Júnior vacilou legal com a turma. Em um movimento nas sombras, ele começou a sondar lideranças para amarrar a eleição do irmão a vereador, que tomou gosto pela política. Com o cenário de inflação de liderança em 2024, como foi em 2022, a turma e principal Muniz viu no ato um desrespeito e chamou para conversar. Vale o velho ditado: amigos, amigos, lideranças à parte.

Desafeto 

O dizem que o Geraldo Júnior também vacilou com o patrão. No afã de agradar a tropa, ele acabou alocando em seu gabinete um tira que por muito tempo ficou no cangote e mexendo nos negócios de Super S. Dizem que ao ver o nome do chefe de polícia no gabinete do apadrinhado, os palavrões em castelhano correram soltos.

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