Com 24,3% dos votos apurados, Dr Furlan está na frente em Macapá

O candidato Dr Fulan (Cidadania) saiu na frente na disputa pela prefeitura da Macapá com 53,19% dos votos válidos. Josiel Alcolumbre (DEM) está em segundo lugar, com 46,81% dos votos válidos.

Até agora foram apurados 24,32% das urnas. 

O candidato Dr. Fulan é candidato da coligação De coração por Macapá (Cidadania / MDB / PMN) tem 47 anos de idade e é médico. Ele declarou um total de R$ 2,3 milhões em bens.
Josiel Alcolumbre, candidato da coligação Macapá em Primeiro Lugar (PDT / PSC / PL / PV / PSDB / PSD / Solidariedade / PROS / Avante / Republicanos / PP / DEM), é técnico em contabilidade, estatística, economia doméstica e administração. Ele tem o ensino superior completo e declarou bens no valor de R$ 292 mil.

O segundo turno das eleições de Macapá está ocorrendo hoje por causa do apagão de energia elétrica sofrido pelo Amapá ao longo do mês de novembro. O pleito foi adiado. O primeiro turno foi realizado no dia 6 de dezembro. A cidade é a última do país a escolher o seu prefeito.

Urnas fecham em Macapá, último município a eleger prefeito no país

As urnas foram fechadas às 17h em Macapá, no segundo turno da eleição municipal. A cidade foi a única do Brasil a ter votação neste domingo (20), após ter o calendário eleitoral deste ano adiado por causa do apagão de energia elétrica sofrido pelo Amapá ao longo do mês de novembro.

Disputaram o segundo turno os candidatos Josiel Alcolumbre (DEM) e Dr. Furlan (Cidadania). Eles foram os primeiros colocados no primeiro turno, disputado em 6 de dezembro, quando receberam 29,46% e 16,03% dos votos válidos, respectivamente. Ambos votaram ainda pela manhã neste domingo.

Cerca de 292,7 mil eleitores estiveram aptos a votar em Macapá neste domingo. A apuração do resultado já foi iniciada pela Justiça Eleitoral e a expectativa é de que o vencedor seja divulgado em poucas horas.

O processo eleitoral em Macapá foi adiado devido ao apagão de energia elétrica que por mais de vinte dias, a partir de 3 de novembro, afetou do Amapá. A queda afetou 13 dos 16 municípios do estado. A capital foi a única cidade que não teve eleição nas datas incialmente previstas (15 e 29 de novembro).

O adiamento foi feito a pedido do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, que à época, enquanto o estado ainda sofria com apagões, alegou falta de segurança para garantir a votação somente na capital amapaense.

Apesar do atraso, foram adotadas em Macapá as mesmas medidas sanitárias aplicadas nos demais municípios brasileiros em decorrência da pandemia de covid-19, como uso obrigatório de máscaras e distanciamento de ao menos um metro entre os eleitores.