Dirigentes do Banco do Brasil e da Caixa se reúnem com diretores de outros bancos vinculados à Febraban para tratar da crise gerada após o vazamento da carta com críticas ao governo Jair Bolsonaro (sem partido), nesta segunda-feira (30).
“Os dois bancos públicos representam mais de 22% do orçamento da entidade. Além de Febraban e Fiesp, haviam assinado o documento mais de 200 associações empresariais, como Fenabrave, Fecomércio, Abag (agronegócio), Instituto Brasileiro da Árvore (celulose e papel), Abinee (indústria elétrica e eletrônica), Alshop (lojistas de Shopping), Sociedade Rural Brasileira e o IDV (varejo). O trecho que desagradou a cúpula da Caixa e do BB é o que fala em “foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos”, diz O Antagonista.
Os bancos afirmaram que deixaria Febraban se a carta fosse divulgada, no último domingo (30).
A avaliação na alta cúpula dos bancos públicos, “há um erro básico em dizer que o país não está gerando empregos, pois o Caged está há pelo menos 7 meses com saldo positivo”.
“O momento exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos e assim possa reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população”, diz empresários no manifesto.
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