O governador cassado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), usou uma rede social para reclamar do tribunal misto formado por deputados estaduais da ALERJ e desembargadores do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), que além de decidir pela cassação do ex-juiz, o ainda deixou inelegível por 8 anos.
Witzel diz que não foi submetido a um Tribunal de um Estado de Direito, mas a uma Corte Inquisitorial com direito a um carrasco nos moldes estado islâmico.
Witzel foi condenado por crime de responsabilidade após irregularidades encontrada na reabilitação da organização social Unir Saúde, para gestão de hospitais públicos, e pela contratação do Labas, outra OS, para construir e gerir hospitais de campanha. As Investigações da PF (Polícia Federal), que levaram Witzel a ser denunciado por corrupção, lavagem e organização criminosa, apontam que as duas entidades falhavam na entrega dos serviços e pagavam propina para manter contratos com o governo estadual.
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