O deputado estadual Júnior Muniz (PT) reafirmou, em entrevista na manhã desta terça-feira (1), sua candidatura para primeira vice da ALBA.
Ele aponta que tem recebido o apoio de diversos parlamentares da Casa.
“Tenho recebido diversos apoios dos colegas, dos parlamentares, a votação é de deputado e a votação é secreta, então estamos aguardando aí se colocar a votação em curso, que era para ser hoje, mas acredito que não vai ter, mas estou tranquilo, campanha boa, candidatura mantida e aguardando aí os colegas que têm me incentivado, me auxiliado, conversado, uma a uma e tendo recebido diversas adesões”, destacou Muniz.
O petista minimizou as críticas por estar indo contra decisão da bancada e da federação da ALBA.
“Sou candidato, sou amigo leal do governador, tenho todas as credenciais para ser candidato, sou do Partido dos Trabalhadores, sou do partido do PT, onde diz que pela proporcionalidade pode ser do PT, então tenho todas as credenciais para ser o próximo vice-presidente da Casa, e com relação ao meu partido é aguardar, tenho como eu disse todas as credenciais”, ressaltou Júnior Muniz.
“Sou do PT, mas isso é um assunto interno da Casa, não é infidelidade partidária, não é nada. Se todos os membros do PT ou deputado divergir de algum entendimento, hoje o PT, nós temos diversas correntes, uma acredita em uma coisa, a outra acredita em outra, não somos homogênicos”, reforçou o político.
“No final, resolvemos em conjunto e saímos unidos nas eleições. A mesma coisa aqui na Assembleia. Eu tenho esse desentendimento, eu acho que meu nome é o nome mais viável para ser o vice-presidente, e aguardo o entendimento do meu partido. Não causo nenhum alvoroço em ter uma reunião da bancada, ou uma reunião do diretório para decidir. Acho que quem decide é a maioria, e a maioria são os deputados”, ressalta Muniz.
“Respeito o meu partido, respeito a decisão do partido, mas eu sou divergente no que tocar com relação ao vice-presidente da casa. Então eu não acho, de forma alguma, que é um desrespeito, que é uma infidelidade partidária. Até porque, se qualquer um membro do partido fosse contra, não existiria mais partido, não seria um partido”, destacou o político.