O governador da Bahia e pré-candidato a reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a defender o combate à desinformação. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta terça-feira (7), o chefe do Palácio de Ondina declarou que pretende reforçar o enfrentamento às fake news e ampliar o diálogo com a população baiana ao longo do período pré-eleitoral.
De acordo com ele, a prioridade será manter uma comunicação direta com os eleitores, destacando sua trajetória e atuação à frente do governo. “Vou trabalhar muito para que as mentiras, as fake news, fiquem de longe da gente. A população baiana já deu para conhecer o governador Jerônimo”, cravou.
O chefe do Executivo estadual também destacou que sua atuação política é guiada por uma única linha de conduta, baseada na própria história e no compromisso com diferentes segmentos da sociedade. Para defender sua tese, o petista citou empresários, agentes culturais e populações mais vulneráveis, incluindo moradores de bairros periféricos, comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas.
O gestor ainda sinalizou que deve intensificar agendas pelo interior do estado, conciliando a gestão com a pré-campanha. “Vamos percorrer essa Bahia com outro tom. Continuar governando, mas também reservar um tempo para debater o futuro, os próximos quatro, dez e até trinta anos”, acrescentou.
Ainda durante a entrevista, Rodrigues falou sobre a base política e pontuou a aliança com lideranças como Rui Costa, Jaques Wagner e Geraldo Júnior, além de partidos como PT, PCdoB, PSD, MDB, Avante e PDT, que, de acordo com ele, formam um “time qualificado”.
Jerônimo ainda fez questão de defender que a disputa eleitoral seja pautada pela comparação entre trajetórias e realizações dos grupos políticos. “Vamos comparar as chapas no momento certo, sem vaidade. Colocar numa balança o currículo, a história e o que cada um fez pela Bahia e pelo Brasil”, afirmou.
Para concluir, o governador propôs que o eleitor avalie o desempenho das gestões ao longo do tempo, contrapondo os avanços dos governos petistas no estado com períodos anteriores. “Vamos comparar os últimos 30 anos antes da gente com esses quase 20 anos e o que podemos projetar para o futuro”, finalizou.