Jerônimo destaca atuação da Bahia na produção de dados

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O governador da Bahia, Jerônimo Rdorigues(PT), destacou nesta quarta-feira(3) a atuação da Bahia e o reconhecimento do estado para a produção de dados.

“Quando eu me reuni na semana retrasada com a direção desse evento, para a gente poder ver a participação mais efetiva da Bahia aqui nessa conferência, que eu novamente parabenizo, agradeço por terem escolhido a Bahia, é a primeira vez que a IBGE faz uma conferência fora do Rio de Janeiro, onde a sede do IBGE”, afirmou.

O chefe do Palácio de Ondina ainda aproveitou a oportunidade para falar das novidades e para ressaltar a importância de outro olhar para o Brasil, sobretudo na relação da Bahia em relação a outros estados.

“Dentre tantas as novidades dos censos que estarão por vir, do concurso que o IBGE está fazendo, da relação parceira, a coragem, quando o IBGE, o Márcio, entregou a primeira vez o mapa, como a gente fala, de cabeça para cima,não é de cabeça para baixo, ao presidente Lula, eu gostei muito, achei muito criativo e muito provocativo por colocar a gente em outra posição. A gente sempre foi visto, nós, o Brasil, a América, pelo norte de coma para baixo. Agora nós estamos. Tentando equilibrar isso, e não se trata agora do sul olhar de cima para baixo do norte”, acrescentou.

O chefe do Executivo baiano deu como exemplo a realização da COP30 para apontar a necessidade de uma valorização maior da Bahia e reiterou que o estado seguirá colaborando com a produção de dados ara o país.

“O planeta é um só, a prova disso é a pauta agora da COP, onde nós estamos preocupados com o planeta, e nós temos que fazer uma distribuição de riquezas onde é possível ser feito. E esse mapa na Bahia, numa posição do Brasil, também bem colocada, eu quero muito agradecer e dizer, a Educação, a Secretaria Estadual de Educação tem uma parceria forte, estará providenciando a relação e a presença e a participação de professores, não só de geografia, mas professores, estudantes, direção de núcleos territoriais de educação, para que a gente possa aprofundar essa imagem. Debruçar sobre ela, não é só a imagem que tem que ser vista, olhada e esquecida não, temos que refletir sobre ela, produzir elementos para a gente poder inverter ou reverter a situação de quem olhava de baixo”, concluiu.

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