O presidente do PT, Éden Valadares, voltou a assegurar que caso haja a possibilidade de rachar o grupo político que controla o Estado há 20 anos, a possibilidade da chamada chapa puro-sangue, formada pelo governador Jerônimo Rodrigues disputando a reeleição ao lado dos colegas petistas disputando ao Senado, Rui Costa e Jaques Wagner, pode não acontecer.

A chapa puro-sangue promoveria a troca de uma das cadeiras do Senado que está nas mãos do PSD, através do senador Angelo Coronel. O presidente do partido no estado, Otto Alencar, defendeu o direto de Coronel de ir à reeleição.

“Eu penso assim: não somos obrigados a ter uma chapa com três governadores, mas o que vai determinar é o momento político. O que vai presidir é montar o palanque mais robusto para garantir a reeleição de Jerônimo e aumentar a votação de Lula na Bahia. Se for esse o caminho, vamos debater com os aliados, sem atalho. Mas, se isso representar um desgaste da aliança, se isso significar o fim do grupo, então não vamos. Isso não está acima da unidade”, apontou Valadares no 2 de Julho.

“Confio muito no senador Otto, no senador Coronel, no senador Wagner. Eu não tenho a solução. A chapa puro-sangue não está proibida, mas também não é obrigatória”, ponderou o presidente do PT na Bahia.

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