O traficante André de Oliveira Macedo, o “André do Rap”, que integra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), não morreu em uma ação na cidade de Itapemirim, no estado do Espírito Santo.

Mensagens no aplicativo WhatsApp acompanhadas da foto de um homem executado com diversos tiros dentro de veículo que diziam se tratar de André do Rap são falsas segundo a polícia.

Na última segunda-feira (27), por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Polícia Civil de São Paulo entregou um helicóptero avaliado em R$7 milhões apreendido do criminoso, o que causou revolta nas redes sociais.

Outros bens, a exemplo de uma lancha Azimut, de 60 pés, avaliada em aproximadamente em R$ 6 milhões, e um veículo, modelo Tucson, também foram devolvidos. Os bens estão registrados no nome de uma pessoa jurídica tida como laranja do traficante, que é considerado foragido desde outubro de 2020 quando foi solto após o então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, acatar um habeas corpus apresentado pela sua defesa.

André do Rap é considerado como o contato no Brasil da máfia italiana Ndrangheta. Ele é apontado como um dos principais líderes do tráfico de drogas do Brasil e comandava a conexão de entorpecentes para a Europa, via Porto de Santos, no litoral sul de São Paulo.

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