O deputado estadual Robinho saiu em de Jair Bolsonaro (PL), após Rui Costa, governador da Bahia, reclamar da transformação de visita aos locais afetados pelo chuva no extremo sul da Bahia em ato político, por parte do presidente da República.
Rui Costa apareceu acompanhado do senador Jaques Wagner (PT), que é virtual candidato ao governo da Bahia.
“Tem coisa que não dá pra entender. O cara é presidente, se não viesses, seria criticado, como foi na quinta-feira (9), quando algumas matérias criticavam dizendo que o presidente deixou de vir para região para ir a uma solenidade de formatura de cadetes da FAB. Aí o ministro Roma, relatando que estava acontecendo a ele, o presidente manifestou a vontade de vir. Veio, sobrevoo, abriu a questão das propostas para preencher o formulário para repassar recursos através da situação emergencial aos municípios. Toda ação de politico é política. Assim como o governador vai para o interior até para fazer nada, visitar, quando não tem inauguração ele aparece nem que seja para visitar, pois então, tudo de um político é politica, um abraço, um aceno. Quer dizer presidente não pode vir? Ele, o Rui Costa só veio ao extremo sul quando soube que o presidente estaria na região. Ele dizer que a vinda é politica, tudo de um presidente é político, não entendi essa posição”, criticou Robinho.
Robinho lamenta que o governador Rui Costa esteja fazendo uso político da tragédia, como segundo ele tem feito das ações do governo federal na Bahia, se apropriando sem dar o crédito: “1uem mandou o Exército para o extremo sul? Quem fez fazer campanha foi Rui Costa, que só veio porque o presidente tinha agenda na região. Bolsonaro mandou o Exército, a Defesa Civil, tomou uma atitude liberando recurso para região, não foi fazer encenação não. Hoje tem reunião de Roma com o ministro Marinho já para liberar recursos para região atingida. Quer dizer que o presidente não pode vir à Bahia, que está demarcada para o governador? Mais politica do que ele faz eu não conheço; Rui Costa pega recursos federal e nem cita a fonte”.
Apoio
O parlamentar do PP disse que fez uma sugestão ao presidente e que ele gostou da ideia, que é de repassar recursos direto ao Exército para evitar que Rui Costa se aproprie das obras federais para ganho politico-eleitoreiro. “
“Na conversa com o presidente eu falei: “faça, execute o que precisar ser feito no extremo sul e na Bahia, execute através do Exército, não manda dinheiro para o governador. Ele usa recursos e faz política detonando governo federal. É a política governo do estado, não vai referir nada como ação do governo federal”. Foi uma ideia que eu dei para execução de melhorias nas estradas, reconstrução de ponte, para fazer isso via Exército; ele gostou da ideia e o Exército já está na região, juntamente com a Defesa Civil. Ambos estão dando apoio na distribuição de cesta básica, colchões, e aí poderá executar obras”, explicou o deputado estadual que mora no Extremo Sul.
Robinho lamenta que durante à pandemia, muito dinheiro tenha sido repassado para gestão Rui Costa e nada de concreto, “além da compra de respiradores não entregues”, tenha sido feito. Ele também lamentou o fato do governador da Bahia não ter tido a humildade de procurar o governo federal para pedir apoio para ir no auxílio às vítimas da tragédia.
Rui Costa tem dito nas entrevistas que não foi procurado pelo governo Jair Bolsonaro: “o governo não comunicou, não passou nada, não foi capaz de fazer uma ligação. O Governo de minas pediu apoio, a Bahia não. Não fui procurado. Quem procurou o presidente foi João Roma, que é ligado à Bahia, passou o tamanho problema presidente. Quando viu as filmagens, vídeos, o presidente disse: “tenho que ir lá”. Ele não foi em nenhuma momento provocado governo da Bahia”.
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