O Ministro João Roma aponta que há uma “grande probabilidade” de ser candidato ao governo da Bahia em 2022.

Para tal, o Ministro da Cidadania de Jair Bolsonaro espera uma frente ampla com partidos que hoje estão em bases diferentes da sua na Bahia, mas alinhadas nacionalmente ao presidente Jair Bolsonaro, por força do fisiologismo ideológico.

O PP está nacionalmente com Bolsonaro, mas na Bahia é base do governo de Rui Costa, do PT.

O PL, que deve ser entregue ao presidente da República após sua filiação, já tinha apalavrado com ACM Neto.

Até o próprio partido do João Roma, o Republicanos, é base do grupo comandando por ACM Neto.

Em entrevista ao Bahia Repórter, ao ser questionado se será candidato ao governo da Bahia, o deputado federal licenciado respondeu:

“Hoje isso é uma grande probabilidade que ocorra, mas não está definido por completo. Mas para tanto precisamos evoluir em algumas etapas, entre elas uma discussão que ocorre dentro do meu partido o Republicanos, onde estamos discutindo esse tema, para definirmos algo a respeito”.

Ao ser interpelado acerca da ida de Bolsonaro ao PL e de sua eventual filiação ao partido, para apoiá-lo, Roma responde citando uma coalizão com PP e PL para disputa:

“Sou do Republicanos. Deputado eleito pelo Republicanos. Sou ministro, inclusive, com o aval do partido. Eu nunca cogitei a possibilidade de sair do partido. O intuito é basicamente é unir forças e levantar a bandeira e fazer palanque para o presidente. O projeto é avançar em uma candidatura, dentro de uma composição, onde tenha basicamente uma base com três partidos: O PP, o PL e o Republicanos”.

Ele também aproveitou uma pergunta sobre o processo de nacionalização que ocorre em toda eleição estadual para alfinetar o seu ex-aliado e virtual adversário, ACM Neto, que anda dizendo que no que depender dele, o pleito ao governo da Bahia em 2022 só irá tratar de assuntos da terra.

“Não vai ser por vontade de uma pessoa que a eleição na Bahia não estará atrelada a base nacional. Não é pela vontade ou capricho de um que esse processo será diferente na Bahia”, alfinetou Roma.

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