O doutor em História e professor da UFBA, especialista em história política, Carlos Zacarias, foi alvo de um pedido de retratação por parte da empresa Brasil Paralelo Entretenimento e Educação S.A, que se define como difusores do “conhecimentos que você não encontra nas melhores universidades do país; uma experiência única de educação e alta cultura”.

Alvo da CPI da Pandemia, a Brasil Paralelo teve o sigilo telefônico e telemático quebrado e mantido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, após a empresa acionar o STF alegando ação arbitrária.

Ao avaliar o pedido da Brasil Paralelo Entretenimento e Educação, Gilmar apontou que uma das linhas de investigação da CPI mira a ‘correlação entre as ações do Governo Federal no enfrentamento da pandemia e a disseminação de notícias falsas durante o período’, e, nesse âmbito é pertinente a quebra de sigilo de pessoas ou entidades potencialmente envolvidas na disseminação de desinformação sobre a covid-19. O requerimento da CPI da Covid sobre a quebra de sigilo da Brasil Paralelo Entretenimento e Educação alega que o grupo ‘influenciou fortemente na radicalização política adotada pelo Palácio do Planalto, interferindo e influenciando ações políticas por meio da divulgação de informações falsas em redes sociais’.

O imbróglio envolvendo a empresa e o professor da UFBA começou após Zacarias

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