O governo publicou um edital para a escolher uma “entidade privada sem fins lucrativos” para gerir a Cinemateca por cinco anos.
O ato ocorre um dia após o galpão da Cinemateca Brasileira pegou fogo, gerando a perda de uma parte do acervo. Em agosto de 2020, a Secretaria de Cultura cancelou o contrato firmado com a Acerp, que administrava a Cinemateca.
Há meses que entidades ligadas ao cinema vem denunciado o descaso com o espaço que guarda o acervo do cinema brasileiro.
De acordo com o edital a organização social contratada deverá executar atividades de guarda, preservação, documentação e difusão do acervo audiovisual da produção nacional por meio da gestão, operação e manutenção da Cinemateca Brasileira.
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