O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) protelou até o último dia antes do prazo a decisão sobre como seria a participação do Brasil no consórcio de vacinas Covax Facility, liderado pela Organização Mundial Saúde, segundo a Crusoé.
“Gravações do Planalto obtidas por Crusoé com exclusividade mostram que, na noite do dia 17 de setembro de 2020, um dia antes da data limite, técnicos do governo ainda aguardavam o sinal verde da Presidência. Em razão da indecisão presidencial, o governo Bolsonaro teve de adotar estratégia com menor segurança jurídica para viabilizar a entrada do país no Covax”, diz a revista Crusoé.



