Deputado federal do PT e vice-líder do bloco de oposição na Câmara dos Deputados, Afonso Florence avalia que ainda não há no partido uma preocupação a mais com a campanha de rua do ex-presidente Lula em 2022, como tem sido ventilado pela mídia.

Ele pontua que um reforço na segurança do ex-presidente em contato com eleitores, para coibir um eventual atentado, dependera da conjuntura de 2022. Florence lembra que, pelo status de ex-presidente da República, Lula tem à disposição segurança por parte do estado Brasileiro.

“Lula é um ex-presidente e todo ex-presidente tem direito por lei a segurança, isso é um procedimento do estado brasileiro. Que eu saiba nenhuma novidade específica quanto a sua segurança, salvo se alguma coisa surgir nessa nova conjuntura. No período eleitoral sempre há um reforço na segurança”, explicou o vice-líder da oposição ao OFF News.

Facada

O político baiano acredita que o que ocorreu em 2018 não se repetirá em 2022.

O deputado federal aponta que declarações recentes da ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara e agora opositora, Joice Hasselmann (PSL-SP), pode colocar luz sobre o episódio ocorrido em Minas Gerais.

“Estranho é Bolsonaro ser esfaqueado por alguém que tenha conseguido furar seu esquema de segurança, um candidato à presidência, alguém ligado à milícia, há um desenlace, informações controversas sobre esse fato. E hoje temos insinuações de Joice Hasselmann, de saber o realmente aconteceu…”, pontua Afondo Florence.

Ao Diário do Centro do Mundo, Joice revelou que Bolsonaro disse a ela 10 ou 15 dias antes do suposto atentado perpetrado por Adélio Bispo de Oliveira: “Se eu tomasse uma facada, ganhava a eleição”.

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