Durante visita ao município de Ipiaú, nesta quinta-feira (15), o ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, citou a educação e segurança pública como os maiores problemas do estado.
Na primeira área, relembrou que a Bahia está entre os piores estados no ensino médio, segundo o Ideb. “É uma vergonha. É legado muito triste depois de 16 anos de governos do PT. Faltou aqui, na Bahia, prioridade, faltou visão, faltou investimento da Educação”, destacou Neto.
“Não podemos ter mais de 1,5 milhão de baianos acima de 25 anos analfabetos, como temos hoje. Nós temos 26 estados e o Distrito Federal, e a Bahia do 25ª ao 27ª em todos os indicadores em reprovação, evasão escolar, número de alunos matriculados no ensino médio. Isso é uma vergonha. A gente não vai ter estado forte no futuro com esses números da Educação”, afirmou o virtual candidato ao governo da Bahia em 2022.
Sobre a segurança, ressaltou que o governo do estado deve assumir sua responsabilidade. “Nós precisamos é de um governador que chame para si a responsabilidade. O que a gente vê muito hoje é aquela velha justificativa: ‘o problema da segurança é do Brasil, é um problema nacional’. Ou aqueles que procuram atribuir as mazelas sociais o problema da Segurança Pública. É verdade? É verdade. Só que é mais verdade ainda que a segurança pública exige que qualquer governador, que queira encarar o problema com seriedade, bata no meu peito e diga: ‘esse problema é meu, eu vou enfrentar, eu vou combater a criminalidade, eu vou fazer de tudo para reduzir a violência'”.
Eleições
Questionado pela imprensa local sobre candidatura ao governo no próximo ano, ACM Neto afirmou que, caso seja candidato e vença a eleição, estará diante do maior desafio de sua vida. “Nós vamos mostrar que é possível colocar a Bahia em outro patamar”, disse.
“Eu só tenho uma opção que é de acertar, de fazer o melhor. E eu não vou me contentar com nada diferente do que oferecer a Bahia o melhor governo do Brasil. Foi o que fiz como prefeito da capital. A gente vai construir ao longo dos próximos anos o que vai fazer um plataforma de governo do futuro, uma proposta completa de futuro para a Bahia”, enfatizou.
Contudo, ele destacou que não vai “sair jogando pedra, ou criticando tudo que foi feito nesses últimos anos no estado”. “A gente quer trazer essa visão arrojada, essa visão de futuro, essa visão de olhar a Bahia como estado que lidere o crescimento não só do Nordeste, mas do Brasil”, completou.
ACM Neto disse ver a situação do Brasil com preocupação em função da pandemia da Covid-19, que já provocou mais de 530 mil mortes no país, amém dos impactos econômicos e sociais. “Na Educação, boa parte da rede pública ainda não voltou. Isso traz um prejuízo enormes para crianças, jovens, para toda uma geração. A gente ainda tem que conviver com a pandemia, e as incertezas”, pontuou.
Educação e segurança
Como desafios para o estado, ACM Neto citou educação e segurança pública. Na primeira área, relembrou que a Bahia está entre os piores estados no ensino médio, segundo o Ideb. “É uma vergonha. É legado muito triste depois de 16 anos de governos do PT. Faltou aqui, na Bahia, prioridade, faltou visão, faltou investimento da Educação”, disse.
“Não podemos ter mais de 1,5 milhão de baianos acima de 25 anos analfabetos, como temos hoje. Nós temos 26 estados e o Distrito Federal, e a Bahia do 25ª ao 27ª em todos os indicadores em reprovação, evasão escolar, número de alunos matriculados no ensino médio. Isso é uma vergonha. A gente não vai ter estado forte no futuro com esses números da Educação”, afirmou.
Sobre a segurança, ressaltou que o governo do estado deve assumir sua responsabilidade. “Nós precisamos é de um governador que chame para si a responsabilidade. O que a gente vê muito hoje é aquela velha justificativa: ‘o problema da segurança é do Brasil, é um problema nacional’. Ou aqueles que procuram atribuir as mazelas sociais o problema da Segurança Pública. É verdade? É verdade. Só que é mais verdade ainda que a segurança pública exige que qualquer governador, que queira encarar o problema com seriedade, bata no meu peito e diga: ‘esse problema é meu, eu vou enfrentar, eu vou combater a criminalidade, eu vou fazer de tudo para reduzir a violência'”.