Precisa nega irregularidade e acusa irmãos Miranda de interesses políticos

Senado Federal

Compartilhe essa notícia!

Os advogados da Precisa Medicamentos emitiram uma nota negando irregularidades nos documentos que tratam da importação da vacina Covaxin, fabricada pelo laboratório Bharat Biotech e da qual é responsável pela intermediação na compra feita pelo governo brasileiro.

Em depoimento na CPI da Pandemia, os irmãos Luis Ricardo, servidor do Ministério da Saúde, e Luis Miranda, deputado federal pelo DEM do Distrito Federal, apontaram indícios de corrupção na venda da Covaxin, com alterações de valores no documento de importação e uso de uma empresa extra contrato como responsável pela intermediação, a Madison Biotech.

“Hoje ficou claro na CPI que não há nada de irregular em relação à Precisa Medicamentos, além de ficar evidente os interesses políticos de quem acusa. E para que não pairem dúvidas, a empresa irá também esclarecer os questionamentos da CPI”, diz o texto, assinado pelos advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velosso, que representam tanto a Precisa Medicamentos quanto Francisco Maximiano (sócio-administradator da empresa).

A nota segue com os responsáveis destacando que “assim como os brasileiros, acreditamos na ciência e na vacinação para reverter esse triste quadro sanitário global e envidamos nossos melhores esforços para viabilizar no menor tempo possível a importação de milhões de vacinas ao Brasil, com preços dentro do padrão internacional do laboratório indiano, no mesmo de outros laboratórios já contratados no nosso país”.

Deixe seu comentário

guest
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários

Últimas