Na CPI da Covid, nesta quinta-feira (6), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que é contra o movimento mundial, apoiado pela OMS e pelos EUA, para quebra de patentes das vacinas contra o novo coronavírus. Queiroga avalia que o ato pode “interferir de maneira negativa” no aporte das doses, e cita o caso da Pfizer e da Janssen, contratadas pelo governo Bolsonaro e contrárias à medida: “carece de análise mais detida”.

“Meu temor é de não termos condições, mesmo com a quebra da patente, produzir essas vacinas aqui no Brasil. Como nosso programa está calcado em vacinas como a Pfizer, como a Janssen, isso [pode] interferir de maneira negativa no aporte de vacinas para o programa nacional de imunização”, ressaltou o ministro.

Questionado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), Queiroga reforçou: “Em relação às vacinas, sou contra.”

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