A morte do ator e humorista Paulo Gustavo, aos 42 anos, vítima de complicações pelo novo coronavírus, causou comoção no meio político.

Criador de Dona Hermínia, inspiração materna e seu maior sucesso, tendo resultado em dois filmes, e de outros personagens inesquecíveis na TV e no cinema e no teatro, ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Minha mãe é uma Peça 2, estrelado por Paulo Gustavo, é a maior bilheteria do cinema nacional.

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), usou uma rede social para lembrar do “talento e carisma” do ator.

O governador da Bahia, Rui Costa, foi outro que se manifestou lembrando da carreira de sucesso e do futuro promissor do artista.

O senador Angelo Coronel (PSD) lamentou a morte de Paulo Gustavo, destacando que “o Brasil perde um grande artista, um jovem talentoso e genial que trouxe muita alegria a todos nós e infelizmente é mais uma vítima dessa praga que é a Covid-19”.

O seu Colega de Casa e senador do PT, Jaques Wagner, lembrou da capacidade de Paulo Gustavo em levar alegria para “tanta gente”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), lembrou do legado deixado pelo ator: “Sua obra e seu talento conquistaram a alegria e a admiração de todos”.

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